Penha do Meio Dia Tinto Vinho Regional Lisboa é daqueles tintos portugueses que unem “fácil de gostar” com um toque extra de capricho. Aqui, a fruta vermelha vem junto de especiarias e uma sensação bem macia em boca.
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Com Touriga Nacional e Syrah e passagem de 6 meses por carvalho, ele entrega equilíbrio, persistência e versatilidade. E ainda chega com medalhas no peito.
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Vinho tinto português – Penha do Meio Dia Tinto Vinho Regional Lisboa
Volume: 750ml
Região: Lisboa, Portugal (Vinho Regional Lisboa)
Safra: N/V
Produtor: Adega Cooperativa do Cadaval
Boca: Frutado e equilibrado com taninos macios e final persistente
Nariz: Frutas vermelhas com toques de especiarias
Uvas: Touriga Nacional, Syrah (blend)
Teor Alcoólico: 12,5%
Serviço: 16°C; taça de tinto; decantar 10–20 min (opcional)
Potencial de guarda: 2–4 anos (estimativa)
Visual: Vermelho-rubi intenso
Amadurecimento: 6 meses em barricas de carvalho
Tipo de fechamento: Rolha de cortiça
Classificação: Meio Seco
Harmonização: Carnes vermelhas, pizzas e massas de molho vermelho, queijos
Premiações/Pontuações: Medalha de Ouro (National Soft Wine Competition); Medalha de Prata (National Bottled Wine Competition); Vinícola Sustentável
Gradação de 0 a 10
Doçura: 4
Tanino: 6
Acidez: 4
Frutado: 8
1. Penha do Meio Dia Tinto: notas de degustação que conquistam

No visual, o Penha do Meio Dia Tinto mostra um vermelho-rubi intenso e brilhante. É o tipo de cor que já dá vontade de girar a taça.
No nariz, aparecem frutas vermelhas bem nítidas, com toques de especiarias. Essa combinação já aponta um estilo convidativo e gastronômico.
Em boca, o conjunto é frutado e equilibrado, com taninos macios. O final é persistente, sem pesar.
2. Vinho Regional Lisboa: frescor atlântico e perfil gastronômico
A região de Lisboa tem uma assinatura muito própria: influência do Atlântico, brisas e uma sensação de frescor que costuma aparecer no copo.
Isso ajuda a explicar por que muitos tintos locais ficam mais “soltos” e versáteis na mesa. Em vez de força bruta, a graça costuma estar no equilíbrio.
No caso do Penha do Meio Dia Tinto, esse estilo aparece na harmonia entre fruta, acidez e tanino. É um tinto que acompanha comida com naturalidade.
3. Adega Cooperativa do Cadaval: tradição cooperativa e consistência
A Adega Cooperativa do Cadaval carrega o lado mais coletivo do vinho português. É trabalho de muitos viticultores, com foco em regularidade e boa expressão regional.
O resultado costuma ser um portfólio amplo, com rótulos pensados para momentos diferentes. Do cotidiano às seleções mais estruturadas, a proposta é bem completa.
No Penha do Meio Dia Tinto, a ideia é clara: entregar um tinto acessível no estilo, mas bem feito nos detalhes. E isso aparece na maciez e no equilíbrio.
4. Touriga Nacional e Syrah: o blend que soma perfume e estrutura
A Touriga Nacional é famosa por trazer perfume, presença e estrutura. Quando bem domada, dá aquela elegância com cara de Portugal.
A Syrah entra com fruta mais escura, toque de pimenta e uma sensação de corpo mais “redonda”. É uma uva que conversa muito bem com madeira.
Juntas, elas formam um blend que encaixa: aroma convidativo, boca harmoniosa e taninos macios. Um casamento certeiro para quem gosta de tinto versátil.
5. Barricas de carvalho por 6 meses: o toque de textura e especiarias
O amadurecimento de 6 meses em barricas de carvalho tende a polir o vinho. Ele ganha textura e fica mais “liso” no meio de boca.
Além disso, a madeira costuma acrescentar nuances de especiarias e um fundo mais complexo. Sem roubar a cena da fruta, que é o coração do estilo.
Aqui, o carvalho funciona como acabamento. Ajuda a deixar o Penha do Meio Dia Tinto mais harmonioso e persistente.
6. Temperatura de serviço 16°C: como tirar o melhor do Penha do Meio Dia Tinto
Servir a 16°C é um ótimo ponto para destacar fruta e manter o vinho vivo. Se estiver muito quente, o álcool aparece mais e o tinto perde frescor.
Se você quiser uma camada extra de aromas, vale decantar por 10 a 20 minutos. Não é obrigatório, mas pode deixar o conjunto ainda mais redondo.
Taça de tinto de bojo médio já resolve muito bem. E, se a garrafa estiver “fechada”, um pouco de ar faz diferença.
7. Harmonização do Penha do Meio Dia Tinto: carnes, massas e queijos

Com carnes vermelhas, ele funciona pelo equilíbrio: fruta para acompanhar a suculência e tanino macio para não brigar com o prato.
Com pizzas e massas de molho vermelho, a acidez e o perfil frutado encaixam fácil. É aquela harmonização que dá vontade de repetir.
Com queijos, prefira os semiduros e de média intensidade. A combinação fica saborosa sem deixar o vinho parecer amargo.
8. Premiações do Penha do Meio Dia Tinto: quando escolher este rótulo
As medalhas de ouro e prata e o selo de vinícola sustentável reforçam o cuidado por trás do rótulo. É um bom sinal de consistência no estilo.
Na prática, ele brilha quando a ideia é um tinto “coringa” para o dia a dia, mas com acabamento de carvalho e boa presença em boca.
Se você costuma beber tintos do Alentejo, espere aqui um perfil menos pesado e mais fresco. E, comparado a muitos Douro mais estruturados, ele tende a ser mais direto e gastronômico.
9. Onde ver a oferta do Penha do Meio Dia Tinto na Evino
Para conferir o Penha do Meio Dia Tinto Vinho Regional Lisboa na oferta, acesse a página da Evino [clicando aqui].
Perguntas frequentes sobre Penha do Meio Dia Tinto Vinho Regional Lisboa
1) O que é o Penha do Meio Dia Tinto Vinho Regional Lisboa?
É um vinho tinto português identificado como “Vinho Regional Lisboa”, com perfil pensado para ser frutado, equilibrado e bem fácil de encaixar na mesa.
2) Quem é o produtor do Penha do Meio Dia?
O rótulo Penha do Meio-Dia é ligado à Adega Cooperativa do Cadaval, cooperativa da região vitivinícola de Lisboa. O próprio projeto de embalagem do vinho foi desenvolvido para a Adega.
3) Quais uvas entram no blend?
Na oferta, ele é descrito como elaborado a partir de Touriga Nacional e Syrah.
4) Como ele é nos aromas e no paladar?
Nos aromas, aparecem frutas vermelhas com toques de especiarias. Em boca, é frutado e equilibrado, com taninos macios.
5) Ele passa por barricas de carvalho?
Sim: a maturação indicada é de 6 meses em barricas de carvalho.
6) Qual é o teor alcoólico e o volume da garrafa?
Ele vem com 12,5% de teor alcoólico, em garrafa de 750ml.
7) Como servir (temperatura) e qual é o tipo de fechamento?
A temperatura de serviço indicada é 16°C. O fechamento é com rolha de cortiça.
8) Precisa decantar?
Não é obrigatório, mas uma aeração curta pode ajudar se ele estiver mais “fechado” no início. Se estiver muito frio, alguns minutos na taça já melhoram bastante.
9) Com o que ele harmoniza melhor?
A recomendação de harmonização inclui carnes vermelhas, pizzas e massas com molho vermelho, além de queijos.
10) Qual é a safra do Penha do Meio Dia Tinto?
Nesta oferta, não há safra informada (N/V). Se você receber uma garrafa com ano no rótulo/contra-rótulo, vale considerar esse dado como referência do lote.
11) Quais premiações/selos ele tem?
Ele aparece com Medalha de Ouro (National Soft Wine Competition), Medalha de Prata (National Bottled Wine Competition) e selo de “Vinícola Sustentável”.
Sobre a vinícola Adega Cooperativa do Cadaval
Adega Cooperativa do Cadaval: Tradição e Excelência na Região de Lisboa
A Adega Cooperativa do Cadaval é reconhecida como uma das mais importantes e antigas cooperativas vinícolas da região de Lisboa. Fundada em 1969, surgiu com a proposta de reunir produtores locais em torno de um objetivo comum: valorizar as uvas autóctones e levar a essência do Cadaval para o mundo. Desde então, vem aprimorando suas técnicas, mantendo a tradição de vinificação e investindo em inovação para assegurar vinhos de alta qualidade.
Principais Marcos na Trajetória
- 1969 – Fundação oficial da Adega, consolidando o espírito cooperativo entre os viticultores locais.
- Década de 1970 – Início da expansão em tecnologia de vinificação e melhoria dos processos de colheita, ganhando reconhecimento regional.
- Anos 1980 – Intensificação da distribuição para outros mercados de Portugal, firmando a reputação de vinhos consistentes e autênticos.
- Anos 2000 – Investimentos mais robustos em pesquisa e modernização, refletidos na adoção de práticas sustentáveis e em premiações nacionais.
- Atualidade – Destaque pela produção de rótulos como o Influente, que resgata castas raras, une qualidade e respeito ao meio ambiente, e é cada vez mais procurado no mercado internacional.
Foco em Sustentabilidade e Inovação
Apesar de honrar as tradições, a Adega Cooperativa do Cadaval não abre mão de inovar. Os investimentos em práticas sustentáveis e tecnologias de ponta mostram o compromisso em reduzir o impacto ambiental e garantir um futuro próspero para as próximas gerações de produtores. Além disso, o cuidado com as uvas típicas da região, como Seara Nova e Vital, faz parte do legado da Adega, que busca constantemente preservar a herança vinícola local.
Reconhecimento Nacional e Internacional
Ao longo de sua história, a Adega Cooperativa do Cadaval conquistou diversos prêmios em concursos de renome. Medalhas de ouro e prata em competições como a National Soft Wine Competition e a National Bottled Wine Competition confirmam a qualidade dos seus vinhos. Esse reconhecimento, aliado à dedicação dos enólogos e viticultores, solidifica a imagem da cooperativa como referência de excelência em Portugal e além de suas fronteiras.
Compromisso com a Comunidade
Por ser uma cooperativa, a Adega Cooperativa do Cadaval reúne pequenos produtores em um modelo de negócio que valoriza a economia local. Esse apoio mútuo possibilita a troca de conhecimentos e a melhoria contínua dos métodos de cultivo. O resultado é um portfólio de vinhos que retrata a diversidade do terroir de Lisboa, agregando valor à região e garantindo o sustento de muitos trabalhadores e famílias envolvidas no processo.
Com respeito à história, abertura para o futuro e atenção aos mínimos detalhes em cada etapa da produção, a Adega Cooperativa do Cadaval segue firme em sua missão de levar os sabores autênticos da região de Lisboa aos apreciadores de vinho no mundo inteiro.
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