Se você procura um Barolo de culto, o Paolo Scavino Barolo ‘Ravera’ DOCG entrega o que o termo “Barolo Ravera” promete:
precisão, profundidade aromática e aquele frescor que projeta o vinho à mesa sem perder elegância.
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Para quem investe em grandes garrafas, este rótulo alia terroir de prestígio, guarda longa e versatilidade gastronômica com pratos nobres.
É a escolha certa para uma ocasião especial — e para a sua adega.
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Vinho tinto italiano – Paolo Scavino Barolo DOCG
Volume: 750 ml
Região: Barolo, Piemonte — Itália
Safra: Não informada na oferta (confirme no anúncio)
Produtor: Paolo Scavino
Boca: Corpo médio a cheio, taninos firmes e polidos, acidez vibrante; fruta vermelha madura (cereja/ameixa), notas de ervas e final longo mineral
Nariz: Rosas e violetas, cereja, alcaçuz, especiarias e toques de alcatrão/terroso
Uvas: 100% Nebbiolo
Teor Alcoólico: 14,5%
Serviço: 16–18 °C; taça tipo Borgonha (taça ampla para Nebbiolo)
Potencial de guarda: 10–20 anos, conforme safra
Visual: Rubi com reflexos granada
Amadurecimento: 10 meses em carvalho francês neutro + 12 meses em botti grandes; depois ~12 meses em inox e ~10 meses em garrafa antes da liberação
Tipo de fechamento: Rolha de cortiça
Decantação: decantar 60–90 min
Classificação: Seco
Harmonização: Ossobuco, ragu de vitelo, risoto de funghi/trufas, massas com ragu, carnes grelhadas e queijos curados (Parmigiano‑Reggiano, Pecorino)
Premiações/Pontuações: 2020 – James Suckling 94, Wine Advocate 92, Wine Enthusiast 92, Vinous 91, Wine Spectator 90; 2019 – James Suckling 95, Wine Spectator 93, Wine Advocate 92, Jeb Dunnuck 92, Vinous 90
1. Paolo Scavino Barolo DOCG
Ícone de Castiglione Falletto, o Barolo “classico” da Paolo Scavino nasce da mistura de parcelas em diferentes vinhedos históricos (multi-cru). A filosofia busca pureza de fruta, finesse aromática e textura aveludada, mantendo a identidade do Nebbiolo.
2. Nebbiolo do Piemonte
A uva entrega cor rubi granada, alta acidez e taninos finos. No nariz, aparecem rosas, violeta, alcaçuz e toques de alcatrão. Em boca, cereja e ameixa maduras ganham contorno mineral e final longo. É um vinho de guarda, que evolui belamente com o tempo.
3. Vinificação e estágio em carvalho e botti
Cada parcela é vinificada separadamente, estagia cerca de 10 meses em carvalho francês neutro e mais 12 meses em botti grandes. Depois, o corte final é definido. Em muitas safras, há passagem adicional por inox e garrafa antes da liberação.
4. Cru e terroirs que entram no corte
Conforme a safra, o blend pode reunir nomes de peso, como Rocche Moriondino, Vignolo, Pernanno, Terlo, Albarella, Vignane, San Bernardo, Cerretta e Bussia Vigna Fantini. Isso amplia camadas aromáticas e complexidade.
5. Notas de degustação (perfil sensorial)

Aromas de cereja, flores azuis e especiarias. Paladar de médio a encorpado, taninos polidos e acidez vibrante, com final mineral. Dependendo do ano, surgem ervas, alcaçuz, couro e um toque cítrico.
6. Safras recentes e pontuações
Safra 2020: WA 92, WE 92, JS 94. Safra 2019: WA 92, WS 93, Vinous 90. As avaliações confirmam estilo clássico, preciso e elegante, com excelente relação qualidade-preço na categoria.
7. Serviço profissional: temperatura, taça e decanter
Sirva em taças amplas tipo Borgonha a 16–18 °C para realçar bouquet e suavizar taninos. Para rótulos jovens, 60–90 minutos de decante costumam trazer mais harmonia; exemplares maduros podem exigir arejamento mais longo.
8. Harmonizações de alta gastronomia

Clássicos piemonteses brilham: tajarin com trufas brancas, risoto de funghi, brasato, ossobuco, polenta com cogumelos e queijos curados. A estrutura do Nebbiolo equilibra gordura e intensidade dos molhos.
9. Guarda e evolução
Em geral, mostra melhor entre 8 e 20 anos após a safra, dependendo do ciclo climático. Fruta vermelha e flores dão lugar a couro, especiarias e notas terrosas, mantendo frescor. Guarde em cave fresca e estável.
10. Por que vale a pena para o exigente
É um Barolo multi-cru assinado por uma casa histórica (fundada em 1921), que domina 30 hectares em 20 crus. Entrega consistência, elegância e profundidade, com afinamento cuidadoso e críticas sólidas nas últimas safras.
11. Prazer e precisão no copo
Para jantares memoráveis ou para elevar sua adega, o Paolo Scavino Barolo DOCG entrega pureza de fruta, taninos polidos e profundidade de terroir. Aproveite a edição especial no site indicado [clicando aqui].
Sobre a vinícola Paolo Scavino
Fundada em 1921, em Castiglione Falletto, pela dupla pai‑e‑filho Lorenzo e Paolo, a casa Paolo Scavino nasceu como pequena propriedade agrícola e tornou‑se um dos nomes mais influentes do Barolo.
Enrico Scavino começou a trabalhar muito cedo (1951) e liderou a modernização técnica, mantendo foco obsessivo em uvas sãs e vinificação limpa.
Nos anos 1990 chegaram os rotofermentadores (1993) e ocorreu a transição de botti eslavônios para carvalho francês (1996–1999). O uso de madeira nova foi reduzido e o envelhecimento passou a privilegiar grandes tonéis, reforçando a pureza do Nebbiolo.
Hoje a família gere ~30 ha exclusivamente na área de Barolo, com parcelas em 8 dos 11 municípios e atuação em 20 crus históricos. Parte das uvas (10%–30%) é vendida a granel para manter padrões rigorosos.
Marcos do portfólio: em 1978, o Bric dël Fiasc virou o primeiro Barolo de vinhedo único da casa. Depois vieram movimentos estratégicos como Cannubi (1985), Rocche Annunziata (1990), Bricco Ambrogio (2002) e Monvigliero (2007). A linha Carobric blendou três terroirs icônicos, e Rocche Annunziata tornou‑se a Riserva constante.
Em 2011, a vinícola celebrou 90 anos com o Barolo Riserva “Novantesimo”, seleção de parcelas históricas da propriedade.
Ravera, em Novello, entrou na história recente da casa: a experiência começou em 2015. O sítio, voltado a leste e a ~430 m de altitude, soma ~2,7–2,8 ha e costuma ser o último a ser colhido, entregando tensão e frescor.
Em 25 de fevereiro de 2024, Enrico Scavino faleceu aos 82 anos. A gestão segue com as filhas Enrica e Elisa, que já atuavam ao lado do pai, preservando o foco em vinhos de terroir e microvinificações por parcela.
Na adega, a filosofia atual combina fermentações separadas por talhão, macerações de 8–12 dias e, para os Barolos não‑riserva, um ciclo de maturação que integra barricas neutras, botti grandes, inox e estágio em garrafa — sempre para realçar o caráter de cada cru.
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