O Latitud 33 Malbec entra naquela faixa de vinhos argentinos que conquistam rápido: fruta na medida, textura macia e um estilo direto, pensado para agradar sem cansar. É um tinto de Mendoza com perfil muito fácil de gostar.
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Vinho tinto argentino – Latitud 33 Malbec
Volume: 750 ml
Região: Mendoza, Argentina
Safra: 2015
Produtor: Bodegas Chandon
Boca: Frutado, redondo e macio, de corpo médio, com taninos suaves, acidez agradável e final agradável.
Nariz: Ameixa, cereja e framboesa, com notas de especiarias, baunilha, chocolate e caramelo.
Uvas: 100% Malbec
Teor Alcoólico: 13,5% vol.
Serviço: 14 °C a 16 °C
Potencial de guarda: Guarda curta, em torno de 3 a 5 anos; se o lote for 2015, o ideal é consumo imediato.
Visual: Vermelho rubi profundo, com reflexos azulados.
Amadurecimento: 50% do vinho passa de 3 a 4 meses em barricas de carvalho francês e americano.
Tipo de fechamento: Rolha
Classificação: Seco
Harmonização: Carnes assadas, carnes vermelhas, carnes brancas, massas com molho vermelho, empanadas e queijos maduros.
Premiações/Pontuações: 85 pts no Informe Malbec 2020 para a safra 2019; N/D para a safra 2015.
1. Malbec argentino: por que o Latitud 33 chama atenção
O Latitud 33 não vai pela rota dos Malbecs de reserva mais densos e carregados de madeira. A proposta aqui é outra: fruta madura, tanino macio, boa fluidez e um conjunto que funciona muito bem no dia a dia.
É justamente esse equilíbrio que faz o rótulo entrar no radar de quem quer um tinto confiável para churrasco, massas e encontros informais. Ele entrega tipicidade argentina sem exigir grande cerimônia.
3. Notas de degustação: fruta, especiarias e maciez

No visual, ele costuma aparecer em rubi profundo, com reflexos azulados. No nariz, a linha trabalha bem ameixa, cereja, framboesa e um lado mais especiado, com toques de baunilha, caramelo e chocolate.
Em boca, o conjunto é redondo, frutado e macio, com taninos amigáveis e acidez suficiente para manter o vinho vivo. Não é um Malbec agressivo; é um Malbec de perfil acolhedor e muito fácil de servir à mesa.
4. Mendoza e Bodegas Chandon: origem e produtor
A identidade de Latitud 33 nasce da faixa entre os paralelos 32° e 38° do Hemisfério Sul, com foco nos 33° sul, ao pé da Cordilheira dos Andes. A marca se apresenta como um vinho de frescor e qualidade ligado a essa geografia muito específica.
Por trás do rótulo está a Bodegas Chandon, ligada à Moët Hennessy e instalada em Mendoza. Isso pesa no copo porque traz estrutura de bodega grande, experiência de vinificação e um histórico importante dentro do vinho argentino.
5. Vinificação e carvalho: o que molda o estilo
Embora seja um vinho de perfil descomplicado, ele não é simples na elaboração. A base é 100% Malbec, e metade do vinho passa de três a quatro meses em barricas de carvalho francês e americano.
Esse detalhe explica por que a fruta vem à frente, mas acompanhada por notas sutis de especiarias, baunilha e caramelo. A madeira aparece como moldura, não como protagonista.
6. Serviço e harmonização: onde ele brilha mais

Servido entre 14 °C e 16 °C, o Latitud 33 Malbec costuma mostrar melhor a fruta e a parte especiada sem perder frescor. É a faixa ideal para um tinto jovem, gastronômico e sem excessos.
Na mesa, ele vai muito bem com carnes assadas, massas com molho vermelho, empanadas, queijos maduros e até carnes brancas mais suculentas. É um daqueles vinhos que resolvem o jantar com naturalidade.
7. Custo-benefício: quando ele vale entrar no radar
Latitud 33 sempre foi pensado como vinho jovem, frutado e de boa relação entre prazer e preço. Isso ajuda a entender por que o rótulo continua relevante: ele não tenta parecer mais do que é, mas entrega exatamente o que promete.
Também não encontrei uma enxurrada de medalhas para a safra 2015. O registro mais concreto de pontuação que apareceu na pesquisa foi 85 pontos no Informe Malbec 2020 para a safra 2019, o que reforça a consistência da linha sem colocá-la na categoria dos Malbecs de coleção.
Se a sua referência são Malbecs reserva mais pesados e amadeirados, ele vai parecer mais leve. Mas, para quem procura fruta, maciez e versatilidade, esse estilo faz bastante sentido.
8. Oferta Amazon do Latitud 33 Malbec
Se a sua ideia é levar um Malbec argentino macio, gastronômico e fácil de agradar, essa oferta merece atenção — que você pode conferir na página do anúncio [clicando neste link].
FAQ — Latitud 33 Malbec na oferta da Amazon
Qual é a safra desta oferta?
A Amazon cadastra o item como “Vintage: NV”. Já outras fichas do mesmo rótulo, como a do Carrefour, apontam safra 2015; por isso, a leitura mais segura é tratar essa oferta como lote possivelmente variável, com 2015 aparecendo em parte do mercado.
Então é garantido receber a safra 2015?
Não dá para garantir. A própria Amazon informa que o rótulo pode trazer informações diferentes das constantes no site, então a confirmação final precisa ser feita na garrafa recebida.
Esse vinho é seco?
Sim. As fichas consultadas classificam o Latitud 33 Malbec como vinho seco.
De onde vem esse Malbec?
Ele é argentino, da região de Mendoza. Em alguns cadastros aparece um recorte mais específico, como Vale de Uco, dentro desse universo mendocino.
Qual uva é usada no rótulo?
A base é Malbec, e as fichas mais completas tratam o vinho como 100% Malbec.
Como ele costuma ser no aroma e no paladar?
Espere notas de cereja, ameixa, framboesa e especiarias. Em boca, a proposta é frutada, macia, de corpo médio e com taninos suaves.
Ele passa por barrica?
Sim. As fichas consultadas falam em 3 a 4 meses de carvalho francês e americano, normalmente em parte do vinho, o que ajuda a explicar notas de baunilha, chocolate e caramelo.
Qual é o teor alcoólico?
Aqui existe variação de cadastro. A Amazon mostra 13%, enquanto Carrefour, Divvino e Vino Mundi informam 13,5%; por isso, o dado do anúncio é 13%, mas a linha costuma circular muito perto de 13,5%.
Qual é a temperatura ideal de serviço?
A faixa mais consistente nas fichas consultadas fica entre 14 °C e 16 °C, com alguns cadastros marcando 15 °C como ponto central.
Com o que esse vinho harmoniza bem?
Ele vai muito bem com carnes vermelhas, carnes assadas, empanadas, massas com molho de carne e queijos semiduros.
Vale guardar ou é melhor abrir logo?
As fichas da linha falam em guarda por volta de 5 anos para safras recentes. Então, se o lote recebido for mesmo 2015, a melhor leitura é abrir agora e aproveitar — isso é uma inferência baseada no estilo do vinho e nas fichas consultadas.
Quem é o produtor desse rótulo?
As fichas consultadas vinculam o vinho à Chandon/Bodegas Chandon em Mendoza, embora um cadastro use a expressão “Chandon do Brasil” no campo comercial.
Sobre a vinícola Bodegas Chandon
A Bodegas Chandon nasceu na Argentina em 1959 e marcou o início da expansão internacional de Chandon fora da França. Com o tempo, a casa levou seu estilo para Brasil, Estados Unidos, Austrália, China e Índia, consolidando sua força dentro do universo Moët Hennessy.
Sua base argentina fica em Agrelo, Luján de Cuyo, Mendoza, aos pés da Cordilheira dos Andes. É uma localização estratégica, cercada por vinhedos e por um contexto de altitude e frescor que ajudam a explicar a precisão de estilo associada à bodega.
No começo dos anos 2000, a casa também ampliou seu diálogo com o consumidor em faixas mais acessíveis. A marca Latitud 33 nasceu em 2000 e chegou ao mercado em 2002 com a proposta de unir fruta, juventude e boa relação de custo-benefício.
Hoje, a Bodegas Chandon segue ativa com a Brand Home em Mendoza, experiências de visita e um portfólio forte em espumantes como Extra Brut, Apéritif, Délice, Rosé e a linha Cuvée. Essa estrutura ajuda a explicar por que rótulos ligados à casa continuam chamando atenção tanto no consumo cotidiano quanto no universo do vinho de maior prestígio.
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